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Ledger Villa Lisbon

Quando as marcas criam espaço real para a comunidade

Ledger Villa Lisboa

Side Headquarter da Ledger durante a Non Fungible Conference Summit

 

Contexto

Durante a NFC Summit, evento internacional dedicado ao universo dos NFTs realizado em Lisboa, a Ledger assumiu o papel de patrocinador principal e procurava afirmar uma presença que fosse além da visibilidade associada ao patrocínio. O objetivo passava por criar um headquarters no coração da cidade que funcionasse como ponto de encontro estratégico, capaz de acolher eventos B2B durante o dia, reuniões com parceiros, apresentações, networking e momentos de alinhamento da equipa internacional, e que em paralelo ativasse a comunidade artística e cripto local através de experiências culturais e sociais.

A Making Digital Simple foi contratada para pensar e operacionalizar este conceito, transformando uma presença de marca num espaço físico com significado cultural e relevância comunitária. Tal como no universo web3, o desafio passou por materializar conceitos digitais num contexto real, criando um lugar onde tecnologia, arte e comunidade se encontrassem de forma tangível, coerente e memorável.

O espaço como ponto de partida

O espaço escolhido foi a La Destilleria, em frente ao Panteão Nacional. Uma antiga destilaria e armazém renovados, onde a traça industrial original foi preservada e equilibrada com um ambiente de exclusividade e sofisticação.

A escolha do espaço refletia a ambição do projeto: um lugar com identidade forte, central, mas fora dos circuitos óbvios, capaz de acolher uma exposição digital imersiva e, simultaneamente, eventos de natureza mais institucional e social.

Comunidade como eixo central

A Ledger Villa Lisboa foi pensada como um espaço de convergência entre marca, arte e comunidade web3. Para garantir relevância cultural e uma ligação genuína à cena artística lisboeta, estabeleceu-se uma parceria com o coletivo liderado por Vhils, através do seu projeto mais recente, Ephemeral Ethernal, uma plataforma de apresentação e venda de NFTs de artistas agenciados pelo grupo.

O coletivo foi convidado a assumir a curadoria do espaço, trazendo credibilidade artística e uma leitura contemporânea do universo NFT. Em paralelo, foi desenvolvido um conceito de exposição digital baseado em projeção de imagem e jogos de luz com dinâmicas geométricas em LED, criando um ambiente imersivo que dialogava com os temas da tecnologia, da descentralização e da arte digital.

Numa das salas, foram ainda integrados os colecionáveis do parceiro do evento Playboy, apresentados em molduras digitais e contribuindo para a composição visual e conceptual do espaço.

Dois tempos, uma mesma experiência

Durante o dia, a Ledger Villa Lisboa funcionava como um espaço B2B, pensado para encontros estratégicos, apresentações e momentos de networking qualificado, servindo também como base de operações e regrouping da equipa da Ledger presente na cidade.

À noite, o espaço transformava-se e abria portas à comunidade. Foram realizadas duas festas, concebidas como momentos de celebração e encontro entre a cena local e nomes já consagrados do ecossistema web3 internacional. Para estas ativações, o artista nacional DJ Ride foi convidado a desenvolver um DJ Act acompanhado de VJing, com uma narrativa visual inspirada nos conceitos de segurança e ownership.

Impacto e legado

Ambas as noites registaram uma enorme adesão da comunidade lisboeta, criando um cruzamento natural entre artistas, criadores, colecionadores e participantes internacionais da conferência. Mais do que um headquarters temporário, a Ledger Villa Lisboa afirmou-se como um exemplo de como marcas do universo tecnológico podem ganhar dimensão cultural ao criar espaços físicos que traduzem, no mundo real, os valores e narrativas do digital.

ClienteLedger
TipoCommunity Events