Agosto pode ser mês de férias, mas no digital não há toalha de praia que aguente tantas novidades. Do lançamento do GPT-5 à Nano Banana da Google (sim, o nome é mesmo esse), passando pelas maratonas de updates no Instagram, SEO, Ads e TikTok… o feed não parou um segundo.
Nesta edição continuamos a simplificar o digital reunindo o que realmente interessa a quem tem negócios para fazer crescer e objectivos para apresentar, sem complicar. Só o essencial para que possas voltar do verão a par do que podes incorporar na tua estratégia já hoje.
1. Inteligência Artificial e Automação
Um mês marcante para a Inteligência Artificial no marketing digital. O lançamento do GPT-5 pela OpenAI, as novidades apresentadas pela HubSpot, a ascensão dos influenciadores virtuais e a valorização crescente da literacia em IA nas equipas reforçaram a centralidade desta tecnologia. A isto soma-se a entrada da Google no campo da edição de imagens com a Nano Banana, consolidando a IA como motor criativo e estratégico para marcas e profissionais.
O que se passou
- Lançamento do GPT-5 a 7 de agosto. Anunciado como tendo “inteligência ao nível de doutoramento”, o novo modelo eleva a fasquia na criação de conteúdos, relatórios e análises, permitindo acelerar processos criativos e apoiar decisões estratégicas de forma mais humana e contextualizada.
- A HubSpot apresenta novos agentes de IA e hub de dados. Foram lançados agentes orientados por objectivos, como o Customer Agent, capaz de resolver mais de 50% dos tickets de suporte, e o assistente Breeze, concebido para colaboração humano-IA.
- Google lança a Nano Banana. Nova ferramenta de edição e geração de imagens integrada no AI Studio. Destaca-se pela rapidez, consistência e fidelidade visual, permitindo edições localizadas, fusão de imagens e criação de conteúdos multimodais para campanhas digitais. Um potencial incrível, mas aterrador!
- Crescimento dos influenciadores virtuais (AI Influencers). Avatares hiper-realistas, como a personagem “Tinsley”, ganham espaço em campanhas. Embora escaláveis e económicos, levantam questões sobre autenticidade e ética.
- “AI literate” torna-se uma competência essencial. As empresas valorizam cada vez mais profissionais fluentes em IA, capazes de usar ferramentas como ChatGPT, MidJourney ou Canva AI. A literacia em IA já é diferencial competitivo em recrutamento e produtividade.
Por que interessa
A IA deixou de ser tendência para se tornar um activo estratégico. Desde a automação até à criatividade visual, quem souber integrar estas ferramentas nas suas operações terá clara vantagem competitiva.
Desafio
A rapidez com que estas tecnologias evoluem obriga as equipas a manterem-se em constante aprendizagem e a desenvolverem competências internas de literacia em IA. Além disso, a tentação de automatizar em excesso pode comprometer a autenticidade e a confiança na comunicação das marcas.
Oportunidades
- Criar conteúdos estruturados e multimodais para assistentes de voz e motores generativos.
- Usar agentes inteligentes para aumentar eficiência em atendimento e marketing.
- Explorar a Nano Banana para campanhas visuais rápidas e consistentes.
- Posicionar a marca como referência na adopção ética e estratégica de IA.
O que se pode fazer na prática
- Promover formação interna em IA para equipas de marketing.
- Definir guidelines de ética para uso de IA em campanhas.
- Testar ferramentas de imagem como a Nano Banana em projectos-piloto.
- Estruturar conteúdos para leitura por humanos e por modelos de IA.
Fontes
- Investors – HubSpot AI Agents
- Two Octobers – Digital Marketing Updates
- Wikipedia – GPT-5
- The Washington Post – AI Literacy
- Financial Times – AI Influencers
- TechRadar – Nano Banana
2. Instagram, Facebook e WhatsApp
O Instagram reforçou o seu potencial para storytelling e SEO, o Facebook intensificou o suporte da IA à criação de conteúdos, e o WhatsApp entrou numa nova fase, preparando-se para monetizar a plataforma. Estas mudanças abrem novas oportunidades de alcance, engagement e inovação nas estratégias de marketing digital.
O que se passou
- Reposts, Friends Tab e Instagram Map.
- Reels em série. Criadores podem agora ligar Reels para formar séries episódicas, com um botão “Next Reel” que guia os utilizadores automaticamente ao vídeo seguinte. O objetivo é reforçar o storytelling e aumentar o tempo de visualização.
- Edição avançada para Reels. Foram disponibilizadas funcionalidades como curvas de transição, guias de alinhamento e comparação de desempenho lado a lado, o que facilita análises mais detalhadas
- Novas métricas de “Repost” e Insights. As análises de Reels passaram a incluir dados específicos sobre reposts, permitindo medir o seu impacto com mais precisão.
- Indexação de conteúdo no Google. Agora, os posts públicos do Instagram são indexados nos motores de busca, aumentando significativamente o alcance e o potencial SEO da plataforma.
- Ferramentas de IA e criação. Foram lançadas as funcionalidades “Help me write” para redação assistida, “Rewrite” no Instagram, Audio Translations para Reels, e várias ferramentas de geração de imagem com Meta AI, como Imagine Yourself, Custom AIs e AI Studio.
- O Meta Business Suite (FINALMENTE!) permite a criação de publicações com media misto (foto + vídeo), facilitando conteúdos mais dinâmicos.
- Melhorias na interface e interações. Incluem nova interface para Stories no iOS, acesso rápido a mensagens no app principal do Facebook, e a introdução de stickers personalizados e personagens de IA em chats de grupo do Messenger.
- Primeiros anúncios na aplicação. Desde junho, anúncios visuais — incluindo promoção de canais e subscrições pagas, estão disponíveis na aba Updates (status e canais). Mensagens e chamadas continuam privadas e encriptadas.
- Nota importante para a Europa. Na União Europeia, estes anúncios ainda não foram ativados. A Meta prevê o rollout apenas em 2026, em conformidade com o GDPR e regulamentos locais.
Por que interessa
- O Instagram transforma-se num instrumento de SEO e storytelling poderoso.
- O Facebook acelera a criação de conteúdos com ferramentas de IA cada vez mais acessíveis.
- O WhatsApp prepara-se para se afirmar como uma plataforma publicitária essencial, com enorme penetração global.
Desafios
As empresas precisam de decidir de forma criteriosa quais ferramentas merecem investimento e quais podem dispersar recursos. A indexação do Instagram no Google, por exemplo, aumenta a responsabilidade de optimizar conteúdos também para SEO, enquanto a futura introdução de anúncios no WhatsApp na Europa exigirá um planeamento cuidado para não quebrar a relação de confiança com os utilizadores.
Oportunidades
- Impulsionar UGC (conteúdo gerado pelo utilizador) com reposts estratégicos.
- Utilizar séries de Reels para contar histórias que mantém o público interessado.
- Expandir visibilidade via indexação de posts públicos no Google.
- Antecipar a monetização do WhatsApp com campanhas criativas já desenhadas.
O que se pode fazer na prática
- Promover reposts com CTAs e campanhas colaborativas.
- Criar séries de Reels com narrativa sequencial clara.
- Estruturar conteúdos do Instagram para serem indexados (legenda informativa, hashtags, carrosséis visuais).
- Mapear cenários de anúncio no WhatsApp e desenvolver criativos alinhados com esse formato.
Fontes
- About Meta – New Instagram Features
- TechCrunch – Instagram Reels Series
- The Verge – Instagram Adds Reposts Feed
- Embedsocial – Instagram & Facebook New Features
- Business Insider – WhatsApp Ads
3. SEO e Pesquisa Orgânica
O lançamento de uma nova atualização anti-spam, a ascensão do GEO (Generative Engine Optimization) e a adaptação necessária do e-commerce à pesquisa conversacional consolidam a importância de conteúdos mais completos, estruturados e humanizados. Ao mesmo tempo, o Google reforça a experiência do utilizador como critério de ranking, enquanto os anúncios começam a integrar-se cada vez mais nos resultados gerados por IA.
O que se passou
- Google lança atualização anti-spam (August 2025 Spam Update). A 26 de agosto, o Google iniciou uma nova atualização focada em identificar e punir conteúdos de baixa qualidade. É a primeira actualização deste tipo desde dezembro de 2024. O rollout será gradual, prolongando-se por várias semanas. Os primeiros impactos mostram melhorias sobretudo em sites com conteúdos de qualidade localizada, confirmando que o SEO local bem trabalhado sai reforçado.
- GEO — Generative Engine Optimization. Surge como disciplina essencial para optimizar conteúdos não apenas para algoritmos tradicionais, mas para mecanismos de busca generativos como ChatGPT, Gemini e Perplexity. O GEO exige conteúdos autoritários, bem estruturados, ricos em contexto e suportados por dados fiáveis, incluindo boas práticas técnicas como o uso de llms.txt, metadados de IA e estruturação para citações em respostas automáticas.
- SEO técnico e experiência do utilizador. O Google reforçou o peso dos Core Web Vitals (LCP, CLS e FID), destacando sites rápidos, estáveis e responsivos. Cresce igualmente a relevância da pesquisa semântica e da AEO (Answer Engine Optimization), ou seja, a capacidade de responder de forma clara e directa a perguntas dos utilizadores. O SEO local também ganhou destaque, com maior ênfase em termos geográficos e contextuais.
- E-commerce na era da IA generativa. As lojas online precisam adaptar-se ao novo paradigma de pesquisa conversacional. O foco deve estar em descrições de produto detalhadas, orientadas para a intenção de busca e enriquecidas com multimodalidade (texto, imagens, vídeos). É igualmente crítico garantir uma estrutura técnica limpa e acessível (novamente porque nunca é demais repetir – robots.txt, sitemaps optimizados, dados estruturados e llms.txt) para assegurar que os conteúdos são correctamente interpretados pelos motores de IA.
- Anúncios em resultados gerativos do Google. Embora não seja uma mudança de SEO tradicional, vale destacar que o Google está a expandir anúncios nos AI Overviews e AI Mode. Esta mudança altera a dinâmica dos resultados, podendo reduzir o CTR orgânico e obrigando os profissionais de marketing a repensarem as suas estratégias de presença.
Por que interessa
As pesquisas estão a tornar-se cada vez mais conversacionais e centradas em respostas directas, em detrimento dos cliques. Para as marcas, isto significa que só conteúdos estruturados, autoritários e bem contextualizados terão lugar de destaque, quer em motores de busca tradicionais, quer em assistentes de IA.
Desafios
Já não basta produzir conteúdos para satisfazer os algoritmos tradicionais: é necessário criar informação estruturada, contextualizada e multimodal para ser reconhecida por assistentes de IA. O Spam Update acrescenta pressão para manter conteúdos sempre actualizados e de qualidade, enquanto a crescente presença de anúncios nos resultados gerativos reduz o espaço e a atenção disponíveis para o tráfego orgânico.
Oportunidades
- Posicionar a marca como autoridade através de conteúdos bem fundamentados.
- Ganhar vantagem competitiva no SEO local com conteúdos contextualizados e de proximidade.
- Usar multimodalidade (texto, imagens, vídeo) para enriquecer descrições de produtos e aumentar relevância.
- Reforçar a qualidade dos backlinks, apostando em parcerias estratégicas e tráfego real.
O que se pode fazer na prática
- Monitorizar atentamente rankings e tráfego através do Search Console para identificar impactos do Spam Update.
- Estruturar conteúdos com clareza, citando fontes, incluindo dados objectivos e usando metadados optimizados para IA.
- Investir em Core Web Vitals e na experiência do utilizador para garantir vantagem competitiva.
- Auditar backlinks e priorizar qualidade sobre quantidade.
- Rever estratégias de anúncios e SEO em simultâneo, antecipando a integração cada vez maior de publicidade nos resultados generativos.
Fontes
- Search Engine Land – August 2025 Spam Update
- Search Engine Roundtable – Impacto do Spam Update
- Search Engine Journal – GEO
- Vogue Business – E-commerce na era da IA
- TechRadar – Link Building Tools
- Business Insider – Anúncios em AI Overviews
4. Google Ads
A plataforma reforçou o controlo e a transparência nas campanhas Performance Max, actualizou políticas de anúncios sensíveis, introduziu novos indicadores para programmatic, expandiu formatos “shoppable” no Gmail e consolidou os anúncios integrados em resultados gerados por IA. Para CMOs e profissionais de marketing digital, estas mudanças representam mais controlo, novas superfícies de conversão e a necessidade de adaptar criativos ao novo contexto de pesquisa generativa.
O que se passou
- Novos controlos no Performance Max. O Google introduziu melhorias substanciais nas campanhas PMax. Agora é possível aplicar listas de palavras-chave negativas a várias campanhas, poupando tempo e aumentando a precisão. O limite de temas de pesquisa foi duplicado para 50, ampliando o alcance relevante. Surgiu também a segmentação demográfica em versão beta (idade, género e dispositivo). Os relatórios e diagnósticos foram enriquecidos, incluindo insights criativos como expansão automática de URL final e sugestões de imagens geradas por IA.
- Indicadores de alcance optimizados em programmatic. Os relatórios passaram a incluir novas métricas: cálculo de Custo por Alcance (custo total dividido pelo alcance efectivo de impressões) e métricas de economia de frequência, que permitem verificar a eficiência na gestão da exposição dos anúncios.
- Testes de formatos “shoppable” no Gmail. O Google começou a testar anúncios visuais na aba Promoções do Gmail, com carrosséis de produtos que incluem imagens, preços, avaliações e selo de “envio grátis”. Ao clicar, o utilizador pode explorar vários produtos sem sair do ambiente do email. Este formato tem ganho força desde julho, com maior impacto em agosto
- Expansão de anúncios nos resultados de pesquisa gerados por IA. O Google está a alargar a presença de anúncios em AI Overviews e AI Mode para desktop e novas regiões, além dos EUA. Estes anúncios aparecem directamente dentro das respostas geradas por IA, afectando a dinâmica entre resultados orgânicos e pagos.
Por que interessa
- As campanhas Performance Max passam a oferecer controlo e granularidade comparáveis às de Search, mantendo os benefícios da automação.
- Novas métricas em programmatic permitem medir eficiência com mais rigor, essencial para optimização orçamental.
- O Gmail apresenta-se como nova superfície de conversão, altamente visual e integrada no dia-a-dia dos utilizadores.
- A expansão dos anúncios em resultados gerativos obriga a repensar estratégias, já que podem reduzir o CTR orgânico.
Desafios
O maior controlo oferecido pelo Google nas campanhas Performance Max traz também complexidade adicional na gestão. As empresas têm de dominar relatórios e métricas mais sofisticadas, compreender os novos cálculos de alcance e ajustar orçamentos em função da economia de frequência. Além disso, os testes com formatos “shoppable” no Gmail e a expansão dos anúncios em respostas geradas por IA levantam o desafio de reinventar criativos e estratégias de segmentação, para não perder relevância num ambiente cada vez mais saturado.
Oportunidades
- Reduzir desperdícios e aumentar precisão com novos controlos em PMax.
- Usar as métricas de alcance para afinar campanhas programáticas e justificar investimentos.
- Aproveitar o Gmail como novo canal de e-commerce.
- Estar entre os primeiros a optimizar campanhas para anúncios integrados em resultados gerativos, ganhando vantagem competitiva.
O que se pode fazer na prática
- Reavaliar lances e estratégias em PMax à luz das novas funcionalidades.
- Implementar rotinas de análise de frequência e custo por alcance em programmatic.
- Testar criativos adaptados ao Gmail “shoppable”, apostando em visuais fortes e informação clara.
- Monitorizar CTR orgânico e pago nos resultados gerativos e ajustar mensagens e lances para manter relevância.
Fontes
- Granular Marketing – Google Ads Updates
- Impression – Paid Media Updates Agosto 2025
- Adsual – Gmail Shoppable Ads
- Business Insider – AI Overviews Ads
5. TikTok
O mês trouxe novidades importantes no TikTok, que reforçam o carácter social da plataforma, estabelecem novas regras de transparência e expandem o uso da Inteligência Artificial em campanhas. Ao mesmo tempo, novas tendências culturais emergiram, oferecendo inspiração para estratégias criativas que dialoguem melhor com a Geração Z e com os públicos mais jovens.
O que se passou
- Melhorias nas mensagens directas (DMs). Desde 29 de agosto, todos os utilizadores com mais de 16 anos podem enviar mensagens de voz até 1 minuto e partilhar até 9 imagens ou vídeos por vez via DM. A funcionalidade aproxima ainda mais a rede de uma plataforma de comunicação social completa, permitindo interacções mais autênticas e directas entre marcas e consumidores.
- Novas diretrizes da comunidade (entrarão em vigor a 13 de setembro). O TikTok anunciou alterações significativas às suas regras, com foco em transparência e conteúdos gerados por IA. Passa a ser obrigatório identificar qualquer conteúdo comercial, assim como etiquetar de forma clara todos os vídeos criados com recurso a IA, incluindo avatares, deepfakes ou scripts automatizados (The Economic Times).
- Avatares virtuais em campanhas publicitárias. Através da plataforma Symphony, o TikTok permite agora criar anúncios com avatares virtuais hiper-realistas, que podem modelar produtos, demonstrar aplicações ou representar marcas. Embora ofereçam escalabilidade e menor custo por peça, é obrigatório o rótulo “AI-generated” para garantir transparência. Esta mudança abre novas possibilidades criativas, mas também levanta questões sobre autenticidade e valor humano no processo (The Verge, The Economic Times).
Por que interessa
O TikTok reforça o seu posicionamento como plataforma central de cultura digital. As melhorias nos DMs aproximam as marcas do consumidor em espaço privado, as novas regras de transparência aumentam a confiança na publicidade, e os avatares virtuais oferecem uma nova fronteira criativa. Além disso, as tendências culturais funcionam como barómetro para conteúdos com maior potencial de viralidade.
Desafios
As novas regras obrigam a etiquetar claramente conteúdos comerciais e gerados por IA, o que exige maior rigor das equipas de marketing. O uso de avatares virtuais pode trazer escala, mas também riscos reputacionais se o público sentir falta de genuinidade. Além disso, acompanhar tendências culturais que mudam a cada semana é um desafio constante, exigindo equipas ágeis e capazes de adaptar formatos sem comprometer a estratégia de longo prazo.
Oportunidades
- Usar DMs como canal directo para campanhas exclusivas, teasers e activações personalizadas.
- Experimentar avatares virtuais em campanhas de produto, com custos reduzidos e elevada agilidade criativa.
- Incorporar estéticas virais como duetos silenciosos e conteúdos sensoriais para aumentar envolvimento com públicos mais jovens.
O que se pode fazer na prática
- Criar campanhas de DMs com convites VIP, flash drops ou notificações antecipadas para seguidores mais envolvidos.
- Garantir descrição e posicionamento claro em campanhas geradas por IA e reforçar o storytelling humano em paralelo.
- Usar tendências culturais como inspiração para campanhas de marca, adaptando formatos virais a mensagens institucionais.
- Investir em formatos sensoriais e narrativas criativas que aumentem tempo de visualização e partilha.
Fontes
Bónus Track
A funcionalidade do mês não podia ser outra: a Nano Banana, a nova ferramenta da Google para desenvolvimento e edição de imagens com IA. Rápida, consistente e já considerada superior a várias alternativas, destaca-se pela fidelidade visual e pela capacidade de criar conteúdos multimodais para campanhas.
👉 Guia oficial do Google Studio – Nano Banana
🧠 Precisas de ajuda para transformar as atualizações em crescimento real? Estamos aqui para te ajudar a passar do scroll à estratégia.




